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Com o feriado de Carnaval, unidades hospitalares, de segurança pública e trânsito, entre outras, intensificam os trabalhos de orientação, atendimento e fiscalização para coibir e reduzir os acidentes de trânsito, assim como condutas proibidas pelo Código Nacional de Trânsito.

O Ministério da Saúde chama a atenção do folião para o uso da camisinha no Carnaval com a campanha “Prevenir é Viver o Carnaval”. A campanha alerta sobre alto número de pessoas portadoras do vírus HIV no Brasil. São aproximadamente 112 mil brasileiros que não sabem que estão infectados e outros cerca de 260 mil que vivem com o vírus, mas não iniciaram o tratamento, aumentando o risco de propagação da doença.

Apesar de o principal foco continuar sendo a prevenção de HIV/AIDS, especialistas alertam para o risco de propagação de outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), como HPV, herpes genital, gonorreia, hepatite B e C e sífilis.

O objetivo da Campanha é divulgar e incentivar o uso do preservativo independente do grau do amor pelo seu parceiro, primeiro se ame para depois amar o outro. Este ano, como novidade, serão realizadas diferentes manifestações musicais e distribuídos, gratuitamente, mais de 100 milhões de preservativos em todo o País. O foco é especialmente a faixa etária que menos usa camisinha, jovens entre 15 e 24 anos.

Dê sentido à vida

A aproximação do período carnavalesco também é o alerta para ações que visem reduzir os acidentes e crimes de trânsito. Em Goiás, a média foi de 91 acidentes com veículos por dia nos três primeiros dias de Carnaval em 2019. Os dados são do Corpo de Bombeiros. Deste total, 20 acidentes aconteceram em rodovias estaduais, 16 em rodovias federais e 237 em vias públicas. Nove pessoas morreram no trânsito nesses três dias.

Gravidez precoce não é só no Carnaval

Outro assunto que vem à tona neste período é a gravidez na adolescência, uma questão que afeta milhões de famílias no Brasil. O País é líder na América Latina quando se fala sobre meninas que engravidam de forma precoce. Relatório divulgado pela OPAS/MS, UNICEF E UNFPA em 2018 aponta 68,4 nascimentos para cada 1.000 adolescentes no Brasil. O índice só é maior na África.